Semana da Memória é aberta no TST com exposição sobre ferrovias(05 de Nov de 2014, 16:02:00)
A presidente da Comissão de Documentação do TST e Coordenadora do Comitê Gestor do Programa Nacional de Resgate da Memória da Justiça do Trabalho, Maria de Assis Calsing, abriu nessa terça-feira (4) a Semana da Memória e a Exposição "Ferrovias Brasileiras - O Trabalho nos Trilhos". De acordo com a ministra, o TST vive um momento de grande avanço no que se refere à gestão documental e à memória. A semana vai até o dia 7 e, além da exposição, haverá nesta quarta, dia 5, o II Simpósio de Gestão Documental da Justiça do Trabalho.
Em seu discurso, a ministra ressaltou que "esta bela exposição, que teve a contribuição de todos os Tribunais Regionais do Trabalho, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), do Arquivo Público do Distrito Federal, da Universidade de Brasília, do Museu de São Leopoldo e do Museu de Pires do Rio, nos fala sobre a evolução das ferrovias e sua importância singular para o desenvolvimento das relações de trabalho no Brasil". Em 2014, o Conselho Superior da Justiça do Trabalho liberou mais de 2 milhões de reais para os Tribunais Regionais do Trabalho em cumprimento ao programa de modernização de arquivos da Justiça do Trabalho.
O presidente do TST, Barros Levenhagen, fez uma saudação especial a todos os colaboradores do judiciário do trabalho. O ministro anunciou "uma boa notícia": nesta quarta, dia 5, estará na Comissão de Constituição e Justiça o Projeto de Lei que reestrutura a carreira dos servidores públicos. Levenhagen enfatizou que "com esta exposição, teremos a oportunidade de conhecer a evolução do trabalho nos trilhos ao longo do século XX, luta dos trabalhadores e o reconhecimento por parte do poder público do legado deixado pelas ferrovias brasileiras".
IPHAN
José Rodrigues Cavalcanti, coordenador do Departamento de Patrimônio Material e Fiscalização do IPHAN, fez uma apresentação sobre "O papel do IPHAN na preservação do patrimônio ferroviário". De acordo com José Rodrigues, a Rede Ferroviária Federal (RFFSA) foi criada em 1957, e atingiu 37 mil quilômetros de malha.
A Lei 11.483, de 31 de maio de 2007, extinguiu a Rede Ferroviária Federal e, em seu artigo 9º, determinou que cabe ao instituto receber e administrar os bens móveis e imóveis de valor histórico, artístico e cultural da RFFSA. Ele explica que são 94 mil bens, que vão de locomotivas a vasos feitos a partir de vagonetes, além do acervo documental, que é "gigante e de extrema importância".
Exposição
A exposição "Ferrovias Brasileiras – O trabalho nos trilhos" fica no mezanino do Bloco A até sexta-feira (7). Podem ser apreciadas dezenas de fotos de trens e de estações, uma réplica do original da locomotiva a vapor 109, construída pelo ferroviário Jesus Alves Campos, um relógio da estação, um quepe de maquinista, um capacete, um fogareiro, uma lanterna e vários painéis que tratam da memória das ferrovias.
Simpósio
O II Simpósio de Gestão Documental da Justiça do Trabalho terá início nesta quarta, dia 5, a partir das 8h, no auditório do primeiro andar do bloco B. Veja aqui a programação completa.
(Viviane Gomes/MC)
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